domingo, 28 de setembro de 2014

Famosos Uncuts: Jared Leto!


Antes de falar do famoso da vez que talvez faça parte do nosso "clube", deixo uma dica de filme pra todos: Clube de Compras Dallas (Dallas Buyers Club). Os atores envolvidos no filme estão brilhantes e um deles (o uncut da vez =P) recebeu merecidamente o Oscar de ator coadjuvante em 2014.

Pra quem não conhece, o cara aí em cima é o rockeiro Jared Leto, que por mais incrível que pareça já é um quarentão (ele é de 71!) que você não consegue dar mais de 28 anos vendo fotos como as abaixo!


Supostamente em um ensaio com o fotógrafo Terry Richardson, o ator deixou que seu enorme pau fosse clicado e a foto "caiu" na rede... Clique aqui e veja com seus próprios olhos.

Será mesmo dele? Muitos apontam que não, mas seja como for, pelas fotos do cara que aparecem dando uns apertos safados na sua mala (abaixo), o "calibre" da ferramenta deve realmente estar próximo disso mesmo.


A pergunta que não quer calar é: se for dele mesmo, será que o caso é de um pau com fimose?! Duvido que o cara tenha fimose, e que seu pau esteja mais pro tipo de uncut mais "delicioso" que há: o que durão você tem que arregaçar pra ver o cabeção!

Sem tempo para o blog até o final do ano! Desculpem =(

domingo, 7 de setembro de 2014

Palavras do autor: Não desperdice tempo.

Foi por volta dos 28 anos que passei a aceitar algo contra o que vinha lutando desde os meus 13 anos de idade. Quando se está no começo da adolescência a gente não sabe bem "o que vai ser" da vida. O "mecanismo" funciona pra tudo: se aparecer uma mulher nua na sua frente você se excita. Se aparecer um homem nú na sua frente, você se excita - não necessariamente pelo homem, mas pelo clima, creio eu.

Já naquela época eu achava que não seria uma "boa ideia" me seduzir pelo "lado rosa da força". No mundo no qual vivia, "gay" era a mesma coisa que "veado" que era a mesma coisa que "bicha" que a mesma coisa que homossexual. Tantas palavras, com um tom pejorativo, para se referir a algo tão simples: o amor entre o mesmo sexo.

Não tinha essa cabeça tão poética e romântica, e desta forma fui tapando "o sol com a peneira" até onde dava... Mas aí o coração me pregou uma peça e me apaixonei por meu melhor amigo. Vivemos intensamente durante um tempo mas na minha fantasia juvenil, o amor e o sonhos eram em uma língua diferente da que o coração dele processava.

O resultado foi muito desastroso pois apenas forcei uma situação (namorei uma garota, embora não tenha sido tão ruim) para apagar o incêndio caótico pelo qual meu coração e mente passavam na época. Quando tudo veio a tona, da forma mais chata possível; perdi meu melhor amigo e acabei ficando sozinho.

Após me reconstruir um pouco, me lancei na novidade da vez: a internet. Traiçoeira, eu não me sentia muito confortável fazendo uso de seus recursos que a cada dia evoluíam mais e mais. Já está na casa dos 25 anos e meu maior oponente era o medo. O medo de admitir que sentia muito mais prazer com outro cara que com uma garota.

Neste ínterim, vivia nas sombras buscando diversão sem compromissos e vivendo no meio de pessoas com ideologias diferentes e uma imaturidade impressionante. Tudo para ser aceito e parecer "normal".

Não suportei a pressão e decidi me afastar daquele círculo, dando chance um novo ambiente: a universidade. Com pessoas com pensamentos que variam do nada ao erudito, acabei fazendo boas relações e em um momento de mais segurança, fui abrindo aos poucos portas de um grande armário.

Mas ainda me incomodava com o fato deste armário estar selado "na vida real". Emulando personagens, fui deixando de lado oportunidades e perdendo tempo.

Tempo.

Hoje já na casa dos trinta, eu paro pra me dar conta de como fui idiota. Se quando você perde tempo você ainda está sendo produtivo (focando em algo, como um emprego estável ou uma formação acadêmica excepcional), acho que ainda é muito válido. Mas quando você se põe de lado e ainda por cima não se valoriza como deveria...

Hoje tenho menos amigos e continuo carregando o armário. Ele está mais leve, mas ainda sim presente. Talvez permaneça para sempre...

As dificuldades que surgem agora para conhecer pessoas novas são impressionantes. Vivemos em mundo em que aparência é antes de conteúdo e por conta disso só colho frustração. E não há autoestima que sobreviva intacta a tanta rejeição e indiferença.

Outro dia conheci um cara super gente boa em um aplicativo  mas ele deixou bem claro: você não faz meu tipo. Agora estamos nos relacionando como amigos, mas saibam que esse tal "tipo" que as pessoas tanto buscam é uma coisa que eu acredito não preencher o de ninguém. Pelo menos ninguém que me interesse.

Acho válido cada pessoa buscar aquilo que mais agrada em tudo na vida. Mas daí a abrir mão de experiências de vida em troca de um corpo ou rostinho bonito... Não sei. Eu falo na visão de rejeitado. De repente na visão de rejeitador eu seguisse a mesma futilidade que impera em aplicativos do estilo.

Vivam suas vidas com a intensidade que conseguem atingir. Não pensem muito no amanhã e curtam os momentos. Experimentem com sabedoria as oportunidades.

O tempo passa e quando você começar a sentir que deixou de viver por motivos que você não se orgulha, você vai ficar cabisbaixo, triste e solitário... ou escrever postagens em um blog como este.

Boa vida.